PT José Reinaldo Azevedo e Silva / Reinaldo Azevedo / Tio Rei / O É da coisa - Jornalista vitimista decadente, grande crítico do PT, arqui-inimigo da direita chucra, processado por um traveco, fantoche do Greenwald, tarado por inflation, chacota dos colegas de profissão e estiloso defensor do estado democrático de direito.

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Vivi pra ver o Reinaldo Azevedo chupando o ladrão apedeuta. Tudo isso é medo de não ter o mesmo destino da galera da Jovem Pan ou o quê? Ele tem algo pior, o ostracismo imposto apenas pela preferência do público.

É a vontade incontrolável de chupar o pirocão do Joaquim Barbosa, A.K.A o Tripé humano do Supremo Tribunal Federal
 
Rant do Tio Rei falando que o travesti que educa com o cu é um aliado da extrema direita:

Offtopic mas é interessante lembrar que faz tempos que a cultura travesti BR quer se separar da cultura "trans" do hemisfério norte:
Território e identidade travesti
Ao entender o contexto de ser travesti na quebrada, Marci usa várias linguagens e narrativas que atravessam a sua existência, para distribuir pelo Grajaú e pelas periferias de São Paulo suas inquietações, com sua escrita e sua fala, a fim de alcançar outras pessoas, pautada pela criação de outras perspectivas sobre ser LGBTQI+ nas bordas da cidade.

Ela também questiona o termo ‘trans’ e devido à reprodução de narrativas, a produtora cultural ressalta que há uma necessidade de compartilhar conhecimento de forma coletiva no território e traduzir alguns conceitos ainda pouco difundidos na quebrada. “Como as pessoas falam essas narrativas nas periferias? Aprendi tudo isso e tento passar. Hoje eu sou uma mulher travesti no Grajaú e me sinto muito mais segura aqui e nas quebradas de São Paulo do que no centro da cidade”.

Marci explica que ser travesti não é ser trans. Segundo ela, isso abarca transgêneridades, pois trans é uma palavra que vem da Europa, desse sistema médico e jurídico para normatizar, falar o que é, e inclusive como tratar isso. “Eu me reconheço como travesti, me sinto bem como travesti, e me sinto bem como travesti no Grajaú”.

“Com uns dezoito ou vinte, comecei a estudar jornalismo e logo consegui um estágio na área e eu ficava o dia inteiro fora. Nesta época comecei a estudar gênero, e eu me entendia enquanto homem gay. Minha sexualidade vem mais tarde e a minha identidade eu escondi de mim mesma por muito tempo”, relembra.

A articuladora cultural conta que começou a viajar pelo Brasil com o coletivo Coiote, fazendo atividades de literatura libertária, lendo textos e causando discussões sobre gênero, feminismo e educação e nesse processo ela consegue se desprender do padrão do gênero masculino e se reconhecer como Marci, uma mulher travesti.

“Comecei a viajar com o pessoal do Coletivo Coiote, trabalhando com a leitura e discussão de textos libertários, fazendo fanzine e tudo. Aí nesse período foi quando me percebi saindo do padrão desse gênero, quando eu usei saia, quando eu me questionei enquanto homem”, afirma.

Este processo trouxe várias memórias de sua infância quando ela já sentia que não queria ser o menino que todos enxergavam nela. “Eu me lembrei de quando eu ganhei cueca no meu aniversário de criança. Eu chorei muito, muito, muito, e as pessoas preocupadas, perguntando por que eu tava chorando e eu dizendo que queria ganhar tudo menos uma cueca”.

A partir do momento que se abandona essa identidade masculina, ela começa a se ver como uma mulher travesti e não uma pessoa trans, relatando que trans é uma palavra trazida da Europa, usada para normalizar os corpos. “É importante deixar claro que não me reconheço como uma mulher trans, mas sim como travesti, porque existe um apagamento da identidade travesti, assim como as ‘Muxes’ no México são identidades não cisgêneras. As travestis são identidades não cisgênera, então quando a palavra trans vem é pra colonizar um corpo não cisgênero”, conclui.
Tio Rei dizer que o travesti que educa com o cu é um sabotador da causa das questões de gênero é porque ele simplesmente não entendeu a cultura das quebradas.
 
Rant do Tio Rei falando que o travesti que educa com o cu é um aliado da extrema direita
Enquanto essa galera não tiver coragem pra bater no peito e limpar o lado deles de gente como o travesti que educa com o cu, fica impossível de se levantar qualquer pauta minimamente plausível. Fica difícil até conseguir o mínimo de apoio do cidadão médio brasileiro.

Eu fico triste pelas travestis que têm que trabalhar nas esquinas de madrugada com ricos empresários buscando viçosas jebas pela noite, porque existem realmente fatores a se analisar aqui de forma material. A expectativa de vida muito baixa, o alto índice de prostituição, baixa qualificação educacional, uso de ferramentas públicas pra cirurgias de readequação, ideologização... Tudo isso é preciso se discutir numa sociedade minimamente pensante (otimismo). O que a gente tem é uma rede de instituições falida com a produção de textos - principalmente em humanas - pífia, como educar com o cu, discussões que só acontecem numa bolha tumblr de internet com zero impacto prático na ciência e na vida em sociedade.

É aquela teoria da ferradura tão esculhambada, mas que aproxima demais uma esquerda extrema de uma direita extrema. Ambos são anti-ciencia, apáticos pros problemas reais e o pior de tudo, chatos pra caramba.
 
Repetindo o caso da irmã de Aécio, Tio Rei deixa o UOL em momento polêmico:

Comentário recente do Deltan sobre Tio Rei ter se queimado demais defendendo o STF no caso Banco Master:
 
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